Estágio Creditas

O texto abaixo serve de base para a questão. Não é mistério 13323

O texto abaixo serve de base para a questão.            Não é

mistério para ninguém que, antes de 1889, uma parte mais ou menos

importante de diversos empréstimos externos foi destinada ao serviço dos

juros vencidos de dívidas já existentes.            Esse fato

foi se acentuando cada vez mais, de sorte que os últimos empréstimos

externos no regime republicano foram quase completamente absorvidos no

pagamento de juros de dívida no exterior.            A única

diferença entre tal fato e o que se dá no acordo de 15 de junho é que,

neste, o empréstimo, para pagamento dos juros da dívida externa e

garantia de estradas de ferro durante três anos, foi feito pelos mesmos

credores a quem era devido o pagamento desses juros, ao passo que em

outras épocas os novos empréstimos foram tomados por pessoas diversas.   

        O fato financeiro essencial nesta questão é o pagamento de uma

dívida com os recursos obtidos por um novo empréstimo. Esse fato

essencial existe entre nós, há muitos anos; o fato acidental é ser o

empréstimo feito pelos mesmos credores dos juros vencidos: isso é o que

se deu de especial no acordo de 15 de junho.            É por

isso, Sr. Presidente, que ninguém poderá negar que o embrião desse

acordo vem dos tempos do antigo regime e que a República, longe de

destruí-lo em seus elementos essenciais, o alimentou e desenvolveu,

determinando a explosão da catástrofe financeira de que aquele acordo é a

expressão.(Relatório

apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil,

pelo Ministro de Estado dos Negócios da Fazenda, Joaquim Murtinho, ano

de 1899)Assinale a reescritura do parágrafo final do texto que mantém a correção gramatical e lingüística condizente com a norma padrão do idioma.

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